domingo, 6 de janeiro de 2013
2013... apenas.
ARNALDO JABOR
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Insônia.
quinta-feira, 22 de dezembro de 2011
AGRESSÃO À IGUAIS E A DESUMANIDADE
"Quando o homem aprender a respeitar até o menor ser da criação, seja animal ou vegetal, ninguém precisará ensiná-lo a amar seu semelhante."
Albert Schweitzer
Em uma era em que o país luta pelo direito a todos, a livre liberdade de expressão, de manifestação, liberdade sexual, religiosa, isso ocorre diante de nossos olhos. É um grande retrocesso e praticamente ninguém está lutando contra o monstro que está se criando, crescendo, se alimentando e se multiplicando. A minoria que luta não é ouvida, é abafada. Essas agressões morais e físicas ocorrem a todo o momento. Do xingamento à agressão e, em casos mais graves e menos comuns em relação aos outros, pode ocorrer contra as mulheres o chamado estupro corretivo, cujos certos homens submetem lésbicas à conjunção carnal contra suas vontades, acreditando que podem “curá-las”. Parece justo? O que estamos fazendo na sociedade para evitar que isso se torne comum? A era se traduz em defendermos um direito e um respeito imaginário
Qual é o motivo da impunidade dos agressores? A homofobia pode ainda não ser crime tipificado no Brasil, mas injúria, difamação, lesão corporal todos estão previstos e com pena de detenção, sendo o estupro pena de reclusão. Os direitos dos homossexuais não atingem o direito dos heterossexuais, tampouco vice e versa. Nos resta deixar de ser homossexuais, heterossexuais, bissexuais e tornar-nos humanos. Não há notícias de agressões a homossexuais cujo agressores foram detidos, que foram julgados, que foram penalizados. E a ausência dessa notícia não é falha da mídia. Não é noticiado, pois não ocorre. Ninguém é responsabilizado. Respeitar os diferentes não implica em separar os iguais.
O amor verdadeiro é lindo, não é violento e ninguém pode ser penalizado por amar. Agredir um ser humano por sua opção sexual não é ser humano. Sabemos que atualmente contamos com 7 bilhões de pessoas em todo o mundo. Estamos esperando a notícia de com quantos humanos contamos.
sexta-feira, 18 de novembro de 2011
ESSE SER
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
OFERTAS DO DESTINO
domingo, 19 de junho de 2011
O VENDEDOR DE SONHOS
São os velórios. São eles os espaços mais lúdicos da sociedade. Neles nos desarmamos, nos despimos das vaidades, retiramos a maquiagem. Nesse espaço Somos o que somos. Se assim não for, seremos mais doentes do que imaginávamos. Para uma minoria, composta dos íntimos, velório é uma fonte de desespero. Para uma maioria, composta dos mais distantes, uma reflexão. Para ambos, a verdade é crua: tombamos no silêncio de um túmulo não como doutores, intelectuais, líderes políticos, celebridades, mas como frágeis mortais."
NOTA NEM TÃO MENTAL ASSIM
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
NOVA ETAPA
domingo, 30 de janeiro de 2011
Quem Sabe um Dia
sábado, 25 de dezembro de 2010
Último de 2010.
domingo, 19 de dezembro de 2010
sábado, 27 de novembro de 2010
NÃO SEI QUANTAS ALMAS TENHO
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não atem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Por isso, alheio, vou lendo
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu
(Fernando Pessoa)
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
RIO EM GUERRA

COVARDIA
(pensado dia 25/11/2011)
terça-feira, 23 de novembro de 2010
CICLOS
