Fim de semana tipicamente de descanso. Uma sexta com um programa light entre pessoas queridas, com conversas, realidades, desabafos, cervejas, cigarros, caipiras, risadas, conselhos, petiscos e frio. Pessoas antigas que jamais deixarão de ser atuais.
Daquelas noites que, por mais que acabem cedo, valem mais do que muitas que acabam tarde (ou cedo da manhã)
Sábado dia de fazer compras no centro de porto alegre, véspera de dia das mães, ou seja, um desafio. Lojas lotadas, filhos desesperados pelo presente perfeito (ou não), maridos procurando algo que agrade. O humor permanece, num local, dia e data desses, porque por mais que tu não tenha como andar, nem estacionar, tu não te importa de ficar horas na fila. As pessoas estão ali por uma causa ótima: presentear à quem lhes pôs no mundo.
(Claro, isso sem entrar na questão de que, o melhor presente seria um abraço, um beijo e um eu te amo, mas isso é papo pra outro dia, outra hora e outra razão.)
O sábado ainda conta com reunião familiar, o que por mais que todos reclamamos, sempre é bom. Divertido.
Domingo: dia das mães. Dia gostoso. Creio que seja quando eu era pequena e esperava pela manhã do dia das crianças. Claro, mantendo suas devidas proporções, idades, épocas, experiências e tudo mais. É um dia que tu sabe que as mães sabem que é delas, por mais que não liguem muito pra coisa, sabem que é um dia de homenagem, por menor que seja. Eu gosto disso.
Meu time perder na tarde? Mero detalhe. Quem se importa. Eles que tão ganhando pra isso e não eu. O jogo não vale quase nada (ainda); Eu não serei demitida se não jogar futebol bem, eles sim.
A felicidade é como a gota
de orvalho numa pétala de flor
Brilha tranqüila
Depois de leve oscila